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Plantar Portugal em Lagos

PROGRAMA

Sábado, 27 Novembro à tarde, com lanche (oferecemos chá)
Tragam água, lanche (bolachas, biscoitos, etc...), roupa para chuva e para sujar, botas, luvas de trabalho (quem tiver).

14h00 - Chegada do grupo da tarde / Introdução e Orientação
14h30 - inicio do trabalho
(Trabalhar nos vários passos de plantar, ex.: viveiros, cavar, adubar, plantar, regar, etc..) (programa alternativo no ginásio, dependendo do clima)
17h30 - Lanche partilha / Conclusão do dia

Sessões de esclarecimento alertam para o perigo dos incêndios

Várias sessões de esclarecimento no âmbito da prevenção de incêndios florestais foram desenvolvidas pela Câmara Municipal de Monchique de forma a preparar a população local para a época de fogos que se avizinha.

Estas sessões decorreram no dia 27 de Março em Marmelete, no dia 9 de Abril, em Monchique e no dia 10 de Abril, em Alferce e contaram com a presença de técnicos da Autoridade Nacional Florestal, elementos da ASPAFLOBAL (Associação dos Produtores Florestais do Barlavento Algarvio), dos Bombeiros Voluntários de Monchique, da Câmara Municipal e de cerca de uma centena de pessoas, sendo a freguesia de Alferce a mais concorrida com a participação de 45 pessoas.

Segundo Sónia Martinho, Engenheira Florestal da Câmara Municipal de Monchique, “esta iniciativa foi dirigida a toda a população e deu especial ênfase aos cuidados a ter para reduzir o número de incêndios, nomeadamente como proteger os aglomerados populacionais, em especial as casas que estão rodeadas por floresta, como reagir em caso de incêndio, etc”.

Todos os concelhos do Algarve estão a desenvolver sessões com a mesma temática, e segundo Sónia Martinho estão previstas mais campanhas de sensibilização, nomeadamente em outdoors e em campanhas radiofónicas. Em Monchique, para além destas sessões têm sido distribuídos folhetos com o propósito de alertar a população para os perigos dos incêndios florestais.

Estes panfletos alertam para o facto de que cada pessoa que viva em zonas florestais ter de criar uma faixa de protecção com 50 metros que tem como objectivo retardar o avanço do incêndio. O proprietário deve também privilegiar uma área regada de 10m em torno da sua casa, evitando plantação de vegetação mais inflamável e as árvores devem estar distanciadas 5 metros dos edifícios evitando que as suas copas estejam projectadas sobre os telhados.

Nos folhetos distribuídos destaca-se ainda que há incentivos para arborizar e cuidar da floresta, para isso os proprietários devem consultar os serviços regionais ou locais do Ministério da Agricultura, que o prazo para regularização dos prédios rústicos foi prolongado até dia 2 de Novembro de 2010 e que ao aderir a uma ZIF (Zona de Intervenção Florestal) pode usufruir de facilidades na gestão e protecção da propriedade.

No entanto, também são impostas proibições aos habitantes nos espaços rurais durante o período crítico, tais como, fazer fogueiras ou lume, queimar restos das actividades agrícolas ou florestais, fazer queimadas para renovação de pastagens, a circulação de tractores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintores, sistema de retenção de faúlhas ou faíscas ou tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés e o lançamento de foguetes ou foguetes de mecha. Assim sendo, só são permitidas queimadas após o licenciamento na Câmara Municipal ou Junta de Freguesia.

Cuidados a ter para reduzir o número de incêndios e para que as florestas não sejam destruídas:

  • Não faça fogueiras, queimas ou queimadas ou qualquer tipo de lume;

• Não fume na floresta ou em locais densamente arborizados;

• Não lance pontas de cigarro para fora da viatura quando circular de automóvel;

• Limpe o mato e arvoredo, numa distância mínima de 50 metros em torno de habitações;

• Guarde em local seguro, lenha, combustíveis e outros produtos inflamáveis que possua;

• Não use máquinas sem protecção de faíscas de combustão;

• Não deixe matos nem resíduos florestais cortados no interior das áreas florestais;

• Não deite lixo no chão, guarde-o em sacos de plástico e transporte-o até ao contentor mais próximo;

• Se for passear à Floresta leve a sua refeição preparada, para evitar acender fogueiras;

• Se notar a presença de pessoas com comportamentos estranhos, observe e informe sobre as características que possam conduzir à sua identificação.


Em caso de incêndio florestal:

• Alerte imediatamente os bombeiros através do 112 (GRÁTIS), contribuindo para a sua intervenção rápida e eficaz;

• Sem colocar a sua vida em perigo, ao aperceber-se do inicio de um incêndio procure extingui-lo ou limitá-lo, com a ajuda de extintores, pás, enxadas, pulverizadores dorsais ou ramos, colaborando na sua extinção até à chegada dos bombeiros;

• Retire a sua viatura dos caminhos de acesso ao incêndio;

• Não prejudique a acção dos Bombeiros, seguindo as suas instruções, e disponibilize-se para ajudar a encontrar os melhores caminhos até ao incêndio.


Se o incêndio estiver perto da sua casa:

• Avise os vizinhos;

• Corte o gás e a electricidade;

• Molhe abundantemente as paredes e os arbustos que rodeiam a casa;

• Solte os animais, eles tratam de si próprios;

• Em caso de evacuação ajude a sair crianças, idosos e deficientes;

• Não perca tempo a recolher objectos pessoais desnecessários;

• Não volte atrás por motivo algum.


Se ficar cercado por um incêndio:

• Procure não entrar em pânico;

• Saia na direcção contrária à do vento;

• Refugie-se numa zona com água ou com pouca vegetação;

• Cubra a cabeça e o resto do corpo com roupas molhadas;

• Respire junto ao chão, através de roupa molhada, para evitar inalar o fumo;

• Aguarde a chegada dos Bombeiros se não conseguir sair sozinho.


Depois de um incêndio:

• Tome cuidado quando regressar a uma área recentemente ardida, podem haver reacendimentos. Verifique se existem zonas em combustão na sua casa ou à sua volta e extinga-os, caso existam;

• Se a sua casa for evacuada, regresse só quando os bombeiros o aconselharem;

• Assegure-se que a sua casa não está em risco de ruir. Tenha cuidado com os fios eléctricos expostos e outros perigos;

• Impeça as crianças de brincarem no local do incêndio a seguir à sua extinção. Lembre-se que há o perigo de reacendimento;

• Se as autoridades competentes solicitarem a sua ajuda nas operações de rescaldo e vigilância, COLABORE!

Palestra sobre Plantas Invasoras

No Ano Inter­na­ci­o­nal da Bio­di­ver­si­dade, a Árvo­res de Por­tu­gal está seri­a­mente pre­o­cu­pada com o pro­blema das espé­cies vege­tais inva­so­ras e sobre o seu impacto nas nos­sas flo­res­tas e demais ecos­sis­te­mas. Espe­ci­al­mente grave é o des­co­nhe­ci­mento geral do drás­tico efeito destas espé­cies, quer pela popu­la­ção em geral, quer por parte de enti­da­des colec­ti­vas e mesmo por orga­nis­mos públicos.

Com o intuito de divul­gar e sen­si­bi­li­zar para este pro­blema, em con­junto com a Asso­ci­a­ção Almar­gem e com o apoio da Câmara Muni­ci­pal de Loulé, ire­mos orga­ni­zar uma Pales­tra Sobre Plan­tas Inva­so­ras, que terá como ora­dora a Dr.ª Eli­za­bete Mar­chante, do Pro­jecto INVADER. Este evento terá lugar no dia 16 de Abril pelas 15h00, na Sala da Assem­bleia Muni­ci­pal de Loulé — Edi­fí­cio Eng.º Duarte Pacheco.

Con­vi­da­mos todos os inte­res­sa­dos a par­ti­ci­pa­rem nesta acção e a divul­ga­rem os conhe­ci­men­tos que lhes vão ser trans­mi­ti­dos, por quem tem larga expe­ri­ên­cia no assunto deri­vada de anos a inves­ti­gar as impli­ca­ções das espé­cies inva­so­ras. Só um esforço gene­ra­li­zado poderá miti­gar o impacto des­trui­dor des­tas espé­cies no nosso país.

http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/palestra-sobre-plantas-invasoras/

Projecto Limpar Portugal

Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, http://www.limparportugal.org/, onde tem toda a informação de como o fazer.

Seminário "A Floresta Portuguesa no Combate à Desertificação - Casos de Sucesso"

O Seminário "Floresta Portuguesa no Combate à Desertificação - Casos de Sucesso" terá lugar em Alcoutim, dia 8 de Março de 2010, entre as 14h00 e as 18h00. Às 10h será feita uma Visita de Campo a algumas das arborizações realizadas no Sotavento Algarvio.

O seminário promovido pela Autoridade Florestal Nacional no âmbito da Comemoração da "Década das Nações Unidas dos Desertos e do Combate à Desertificação (2010/2020)" e do "Dia Mundial da Floresta (21 de Março)", vai reunir representantes institucionais (dos Serviços Centrais e Regionais e das Autarquias), investigadores, especialistas e técnicos nas áreas das Florestas e do Combate à Desertificação, bem como de representantes da sociedade civil (entre outras, ONG, APF, ODR).

Neste encontro será feita a apresentação/avaliação dos sucessos (e insucessos) das florestas existentes e instaladas nas áreas susceptíveis à desertificação do Sudeste do Continente Português, sendo dada particular ênfase às arborizações realizadas com apoios comunitários, visando-se o (re)conhecimento dos últimos desenvolvimentos realizados, o debate entre os diversos agentes envolvidos e a difusão de experiências e de boas práticas nestas áreas, bem como, e ainda, a apresentação/avaliação de propostas de eventuais reorientações a adoptar para o futuro.

O seminário coincide com o dia da inauguração da exposição "TerraDeserta / DesertLand", que decorrerá, também em Alcoutim, na Casa dos Condes e no Centro de Artes e Ofícios, de 8 a 31 de Março.

Inscrição, gratuita mas obrigatória, para


Mais informações e programa em

LIVRO "O DIA EM QUE A MATA ARDEU"

Livro «O dia em que a mata ardeu», escrito por José Fanha, com ilustrações de Maria José Gromicho e editado pela GAILIVRO.

Esta obra, escrita em jeito de fábula, aborda de forma transparente, poética e pedagógica a importância da floresta como espaço natural privilegiado de vida e de diversidade.

O alerta para questões ambientais prementes, como o efeito devastador dos incêndios florestais, tantas vezes resultantes de comportamentos negligentes, e a sensibilização para a necessidade da recuperação das áreas ardidas, fazem deste livro um precioso instrumento de formação cívica.

Para todas as crianças e para os docentes e animadores empenhados na promoção de uma cidadania activa e responsável.

Dado o carácter didático desta obra e por reconhecerem nela um contributo importante para a defesa ambiental e a preservação da Natureza, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), a Autoridade Florestal Nacional (AFN) (ex Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF) e o Corpo Nacional de Escutas (CNE) apoiaram institucionalmente e recomendam a leitura deste livro a todas as crianças.